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Observatório do Sistema Solar




O observatório do Sistema Solar foi montado no alojamento 4 da Casa da Glória - Rua Silvério Lessa e foram feitas várias adaptações no espaço. A literatura científica para a confecção das informações foi o material disponibilizado pela NASA na homepage http://www.nasa.gov além do aplicativo NASA App HD (aplicativo para I Pad). Os alunos do Projeto GAIA que participaram da redação do texto abaixo foram: Ana Elisa dos Santos,  Ana Maria Lima Caldeira, Ana Paula de Oliveira, Cecília Serra Macedo, Elvis Ferreira de Lima, Fernando André Assis dos Santos, Janaína Reis de Souza, Maíra Cristina Oliveira, Patrícia Alves de Souza e Paulo Henrique Augusto Gonçalves.


O Sistema Solar encontra-se num braço externo a partir do centro da Via Láctea. Felizmente para os astrônomos, as estrelas, embora grandes em número, exibem um grau de uniformidade que torna a sua classificação e estudo possível. Suas massas são muito semelhantes – como é o caso do nosso Sol. Elas não são consideravelmente diferentes em tamanho e, portanto, na densidade (uma vez que as suas massas são semelhantes). 



Observatório do Sistema Solar do Acervo GAIA. Foto:
Danielle Piuzana
O Sol é a estrela central do Sistema Solar com diâmetro de cerca de 1.390.000 km, temperatura média em superfície 6000ºC, composto principalmente por hidrogênio (92,1%) e hélio (7,8%). Há ainda em quantidades infinitamente inferiores nitrogênio, carbono, ferro, silício, magnésio e enxofre. Ao seu redor giram oito planetas, asteróides, satélites naturais, cometas e planetas anões que orbitam ao seu redor dada a importante componente gravitacional que exerce.

Observatório do Sistema Solar do Acervo GAIA. Foto:
Danielle Piuzana



O Sol ocupa uma posição periférica na Via Láctea, a 27 mil anos luz do seu centro. Isso corresponde a 2/3 do raio total da Galáxia. 
A massa estelar do Sol é centena de milhares de vezes maior que a Terra, aproximadamente um milhão de Planetas Terra caberiam dentro do Sol. Ele é unido através de atração gravitacional, produzindo uma enorme pressão e temperatura em seu núcleo.




Para o antigos gregos, o Sol era representado pelo deus Hélio , que atravessava todos os dias o céu puxado sua carruagem incandescente, sendo a Lua atribuída à deusa menor Selene. Mais tarde, Hélio e Selene seriam substituídos em suas funções por dois outros deuses, maiores em importância e descendência. Apolo (ou Febo, para os romanos), filho de Zeus e da ninfa Leto, seria então associado ao Sol, sendo também deus da música, da arte e da juventude.






Os Planetas Interiores: Mércúrio, Vênus, Terra e Marte


Deus Hermes ou Mercúrio
Mercúrio é o primeiro e o menor planeta do Sistema Solar, o mais próximo do Sol e faz parte dos planetas interiores, formados além de Mercúrio, por Vênus, Terra e Marte. O nome Mercúrio advém dos deuses romanos e segundo a mitologia era o mais rápido deus dentre eles. É ainda considerado o deus do comércio. Correlaciona-se ao antigo deus grego Hermes, o mensageiro dos Deuses. O planeta mais próximo ao Sol, de superfície rochosa e árida, veloz em seus movimentos de rotação e translação, recebeu o nome de Mercúrio, Hermes para os gregos, um deus brincalhão e moleque, filho da ninfa Maia e do todo-poderoso Zeus. Mercúrio é considerado a divindade protetora das viagens, das estradas, do comércio, da diplomacia e da persuasão, sendo sua principal função o cargo de mensageiro dos deuses. Seu símbolo é o caduceu, um cajado meandrado por duas serpentes.
 O planeta, em termos comparativos, é pouco maior que a Lua que orbita o planeta Terra. Quanto às suas características físicas, Mercúrio possui uma pequena atmosfera e é coberto por crateras, resultado de colisões com meteoros e cometas. Mercúrio é o segundo planeta mais denso que a Terra devido ao fato de seu núcleo metálico ser muito grande. 

Mercúrio do Acervo GAIA. Foto:
Elvis Lima.
O planeta é super aquecido pelo sol, mas à noite sua temperatura cai centenas de graus; podendo existir gelo em suas crateras. Isso ocorre porque seu movimento de rotação, ou seja, o tempo que leva para dar uma volta ao redor de seu próprio eixo, é equivalente a 175 dias da Terra. A órbita de Mercúrio ao redor do sol, movimento que chamamos de translação, dura 88 dias, com velocidade de 50 km por segundo, o mais rápido planeta do Sistema Solar. 

Daqui da Terra podemos assistir passagem de Mercúrio pela face do Sol, um evento chamado de trânsito. Os trânsitos caem dentro de vários dias: 8 de maio e 10 de novembro. Os primeiros dois trânsitos de Mercúrio no século XXI aconteceram no dia 7 maio de 2003, no dia 8 de novembro de 2006 e o próximo esta previsto para o dia 9 de maio 2016.







Vênus do Acervo GAIA. Foto: Elvis Lima.
Vênus é o segundo planeta do Sistema Solar e também faz parte dos planetas interiores, ou terrestres, pois como o nosso Planeta Terra, possui um corpo rochoso. Além disso sua estrutura interna e tamanho também assemelham-se à Terra. O nome Vênus advém da deusa romana antiga associada ao amor e beleza. (Vênus é a contraparte romana à deusa grega Afrodite).
Vênus assemelha-se a um mundo chamuscado por temperaturas muito elevadas. Devido sua proximidade com a Terra e o modo de suas nuvens refletirem a luz solar, Vênus parece ser o planeta mais luminoso no céu. Da Terra, podemos observar seu brilho máximo algumas horas antes da alvorada ou depois do ocaso, sendo por isso conhecido como a estrela da manhã (Estrela d’alva) ou estrela da tarde (Vesper). 

A atmosfera de Vênus é constituída principalmente por gás carbônico, com nuvens de ácido sulfúrico resultando em temperaturas que ultrapassa 470°C na superfície. As sondas que pousam em Vênus sobrevivem só algumas horas antes de serem destruídas pelas altas temperaturas. Vênus possui furacões de ventos em sua superfície com velocidades que chegam a 360 km por hora. Seu ano, ou seja, o tempo que leva para dar a volta ao redor do Sol, é de aproximadamente 225 dias terrestres, sendo este o seu período de translação. O período de rotação do planeta é 243 dias terrestres, fazendo com que um dia de Vênus seja equivalente a 117 dias de Terra. O resultado desta rotação lenta de Vênus é a ausência de um campo magnético semelhante o da Terra. Porem seu núcleo contem o elemento Ferro, semelhante ao núcleo da Terra. Vênus gira em sentido oposto à Terra, ou seja, se estivéssemos na superfície de Vênus, o Sol nasceria no oeste e se poria a leste.



O nascimento de Vênus - 
Sandro Botticelli   
O segundo planeta em proximidade ao Sol se destaca na abóbada celeste devido seu brilho, sua aura luminosa, tendo lhe rendido o apelido de Estrela D’Alva. Hoje, cientistas conhecem um pouco mais sobre este mundo vulcânico e quente, consagrado em batismo à deusa Vênus (Afrodite, para os gregos), a deusa do amor primordial, físico e intenso.
Nascida do contato do sêmen de seu pai, Urano, com as águas do oceano, a contraditória Vênus é considerada uma deusa vingativa, personificando a beleza, a sedução e o desejo sexual. Vênus, a deusa, é tão perigosa quanto o planeta a ela consagrado: um mundo intenso, misterioso e atraente. 




A Terra é o terceiro planeta da ordem do sistema solar, também do grupo dos Planetas Interiores, e é o quinto maior planeta do sistema. Seu nome é de origem inglesa que significa chão. Atualmente é o único planeta conhecido com condições de sustentar a vida, condições essas graças à atmosfera que protege os seres vivos dos raios solares e meteoros. 
Nossa atmosfera é composta por 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio e 1% de outros elementos. 
Terra e sua lua, do Acervo GAIA. 
Foto: Elvis Lima
A temperatura do planeta varia de -88°C a 58°C, sendo a temperatura média em torno de ideais para os seres vivos. O campo magnético terrestre é o principal fator que nos protege das ameaças externas como o vento solar, sendo o campo de origem interna causa do núcleo com níquel e ferro fundidos, sem esse campo a atmosfera e conseqüentemente o ar não existiriam. Quando partículas vindas do vento solar são captadas pelo campo magnético terrestre e se chocam a altas velocidades com moléculas de ar da atmosfera provocam excitação entre essas moléculas causando um fenômeno luminoso conhecido como aurora que acontece nas áreas polares. Sua distância em relação ao sol é de 149.598.262 km e leva 365 dias para dar uma volta ao redor do sol (translação) e 24 horas para dar uma volta ao redor de seu próprio eixo (rotação). 




Na mitologia Greco-romana, primeiro havia o Caos, uma matéria completamente crua, indiferenciada, indefinível, indescritível, que existia desde toda a eternidade e que era o princípio de todas as coisas. É impossível saber o que havia antes – como acontece no Universo do mundo científico, em que os físicos não se arriscam a dizer o que havia antes do Big Bang. Em meio ao próprio Caos, surge o seu oposto – a fértil deusa Terra “dos seios fartos”, que os gregos chamam de Gaia. Em vez da confusão obscura do Caos, Gaia apresenta uma forma distinta, nítida, precisa, firme e estável.
GAIA
É a Mãe Natureza, o conjunto de todas as partículas do mundo físico que darão origem aos seres e à força que os nutre, formando tudo o que existe no mundo natural – das mais altas montanhas às mais profundas grutas subterrâneas; às florestas, aos rios, ao céu, ao mar. Nosso planeta e a poderosa deusa Gaia se fundem e se completam, sendo únicos, tanto no imenso panteão Greco-Romano quanto no nosso Sistema Solar. Chamada de Terra ou de Gaia, é o chão sobre o qual pisamos, o fundamento para todos os seres, ponto de referência para tudo o que existe, a partir do qual surgem nossas relações de espaço. É o alicerce eternamente inabalável de onde as coisas podem começar a se organizar e fazer sentido.

A Terra possui apenas uma lua, decorrente do impacto de um imenso bólido do tamanho de Marte com o planeta há cerca de 4,5 bilhões de anos. Com apenas 384.400 km de distância do Planeta Terra, a lua tem fortes influências sobre este, exemplo disso, são as próprias estações do ano que somente são possíveis graças à gravidade exercida entre ambos que modera a oscilação terrestre em seu eixo levemente inclinado e faz com que os raios solares atinjam de forma ideal os dois lados do planeta. 

Ártemis
A lua possui rotação sincrônica, que significa que o tempo gasto para dar uma volta em seu próprio eixo é o mesmo tempo utilizado para dar uma volta ao redor da Terra. Por não possuir atmosfera, a lua é constantemente bombardeada por asteróides, meteoros e cometas, por isso a aparência cheia de crateras. Ela também não possui campo magnético internamente gerado, mas estudiosos afirmam que são preservadas partes na crosta magnetizadas que até o momento não se sabe como foi gerado.

A Lua seria associada à Ártemis (Diana, entre os romanos), deusa lunar da caça, do arco-e-flecha e da castidade, irmã-gêmea de Apolo.



Marte é o quarto planeta da ordem do sistema solar, vem logo após a Terra, dessa forma é um dos Planetas Interiores. Seu nome advém dos romanos que consideraram Marte o deus da guerra, por sua cor avermelhada, além de ser considerado usualmente o Planeta Vermelho. A cor avermelhada  de Marte é decorrente da grande quantidade de minerais férricos oxidados no solo do planeta. A distância em relação ao sol é de 227.943.824 km e possui a metade do tamanho da Terra.
Marte (e suas duas luas)do Acervo GAIA.
 Foto: Elvis Lima
Quanto suas características físicas, ele pode ser considerado um planeta frio com temperaturas variadas de -87° C a -5°C e quase sem atmosfera que não permite a existência de água líquida na superfície, rochoso, muito alterado por vulcanismo, é interessante observar que o planeta possui a maior montanha vulcânica do sistema solar, o Monte Olympus. Marte não possui campo magnético de origem interna por não ter um núcleo fundido, apesar de que estudiosos da Nasa perceberam que no hemisfério sul do planeta existe grande parte magnetizada decorrente de vestígios de 4 bilhões de anos atrás. O planeta possui rotação ligeiramente elíptica passando por estações ao longo desse período.
Marte possui duas luas a Deimos e Phobos que pela pequena quantidade de massa, a gravidade não as fazem esféricas como os planetas, assemelhando-se a asteróides. Suas luas estão entre as menores do sistema solar, sendo Phobos um pouco maior que Deimos com 21 e 12 km de diâmetro. Phobos tem sua órbita mais rápida que a própria rotação de Marte, com 7 horas e 4 minutos correspondente a órbita da lua e 24 horas e 6 minutos correspondente a rotação do planeta. Entre 2002 e 2008 várias sondas registraram imagens da superfície de Marte visando obter informações sobre a presença de água no planeta. Em 2008 Phoenix pousa no Marte para estudar a história de água e procurar moléculas orgânicas complexas; confirmando a presença de gelo de água perto do polo norte do planeta.

Marte e Vênus
Regente da matança gratuita, da sede de sangue, do espírito violento e do aspecto primordial da masculinidade, Marte (Ares, para os gregos), era o deus protetor das guerras e dos guerreiros. 

Filho legítimo de Juno e Júpiter (os megadeuses gregos Hera e Zeus, respectivamente), é considerado uma divindade traiçoeira, sendo leal apenas á Vênus, sua eterna amante, já que a mesma é casada com Vulcano, deus das forjas. Marte e Vênus tiveram dois filhos, Fobos (o Medo) e Deimos (o Pânico), também o nome dos dois satélites naturais pertencentes ao planeta vermelho.







Em nosso Sistema Solar, entre Marte, o último planeta interior e Júpiter o primeiro planeta exterior existe um grande cinturão de asteróides chamado de Cinturão Principal onde orbitam milhares de asteróides que se encontram dispersos entre si, mas existe a possibilidade deles entrarem em colisão dentro da suas próprias órbitas, esta colisão é um dos principais responsáveis por uma nuvem de partículas de poeira que dispersa a luz solar causando um clarão no céu, nas estações de primavera e outono. Existem asteróides grandes como Ceres e menores com menos de 1 Km.

Corpos Maiores do Cinturão Principal de Asteróides



Representação do Cinturão de Asteróides no Sistema
Solar
Cerca de 50% da massa total dos asteróides que se encontram neste cinturão, apenas quatro objetos de maiores proporções são reconhecidos. O de maior tamanho é Ceres que atualmente é considerado um Planeta Anão. Ceres possui um diâmetro de 952 km e represnta um terço da massa total do Cinturão. Outro grande corpo celeste do Cinturão de Asteróides é Palas, um tipo mais comum de asteróide que foi descoberto por acaso, quando dois astrônomos alemães observavam Ceres em uma cidade da Alemanha. Palas possui uma massa um pouco menor que Ceres, mais não tem a mesma forma esférica, suas dimensões são de mais ou menos 558 x 526 x 532Km. Seu nome é em homenagem à deusa grega da sabedoria. O terceiro grande corpo do Cinturão Principal é Vesta que possui 530 Km de diâmetro. Trata-se de um asteróide que pode ser visto a olho nu da Terra e seu nome advém de uma deusa romana ligada à castidade ou virgindade podendo ser correlacionada na mitologia grega à Deusa Héstia. A superfície desse asteróide é provavelmente de rocha basáltica que surgem a partir de erupções vulcânicas que ocorreram a algum tempo mais não são mais ativas hoje. O último grande asteróide é denominado de Hígia e possui cerca 407 km de diâmetro, de forma esférica com superfície escura, seu nome é o mesmo da deusa grega da saúde, limpeza e sanidade. 





Planetas Exteriores: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno

Júpiter e suas inúmeras luas.
Foto: Elvis Lima.
Júpiter assim como Saturno, Netuno e Urano são considerados planetas exteriores ou gigantes, devido aos seus tamanhos, que contém grande presença de gases, uma vez que o calor do sol não chega a eles com muita intensidade. 
Júpiter ocupa a quinta posição no sistema solar, a uma distância de 778.340.821 km do sol, e é planeta mais volumoso do sistema solar, sua atmosfera é composta basicamente pelos gases Hidrogênio e Hélio.
Júpiter apresenta uma tempestade constante em sua atmosfera que é representada por uma mancha vermelha alem desta tempestade, a maior dos planetas, apresenta 50 luas sendo 12 delas provisórias. Destas 50 luas, as quatro maiores foram descobertas pelo astrônomo italiano Galileo Galilei em 1610 sendo denominadas de Io, Europa, Ganimede e Calisto. Além de possuir um campo magnético muito poderoso, Júpiter apresenta três anéis descobertos em 1979 pela NASA.  O tempo gasto pelo planeta para a realização da rotação é de 41.354 dias terrestres, ou seja, quando completa 11,3 anos e 109 dias no planeta Terra, se completa um dia em Júpiter, já o ano deste planeta, seu movimento de translação corresponde a 11,8 anos da Terra.

A nomeação do planeta advém da mitologia grega, que seria Zeus por ser o maior dos planetas e sendo conhecido como Júpiter pelos romanos. Os deuses Greco-Romanos não são perfeitos, sempre agindo movidos por sentimentos nada estranhos aos mortais: amor, ódio, inveja, ciúme, vaidade e compaixão, por exemplo. O resultado não poderia ser diferente: intrigas, disputas e traições são muito comuns no mundo divino. 
A estátua de Zeus em Olímpia construída no
século V a.C. por Fídias
No centro destes seres poderosos está Júpiter, soberano nos céus, mestre dos fenômenos naturais, que comanda os corpos celestes e faz tremer o universo com apenas um gesto de sua cabeça. Zeus, para os gregos, deu origem a palavra Deus, sendo Júpiter seu nome latino, a junção de “jus” (justiça) e “pater” (pai), ou seja, pai da justiça. Júpiter é sempre representado como um majestoso homem sentado em seu trono, segurando com a mão direita a brasa flamejante do raio que ganhou dos Ciclopes e com a sua mão esquerda mostrando uma estátua de Nike, deusa da vitória. Aos pés, tem seu pássaro preferido – a águia, que plana no alto dos céus e cai como um raio sobre sua presa. Portanto, Júpiter, possuindo o título de rei dos deuses, acaba por ser a mais política de todas as divindades, exigindo dos homens o respeito às leis divinas, a devoção à família, à vida pública, a ajuda aos suplicantes e aos estrangeiros, regendo também os juramentos; em suma, tudo o que garante o funcionamento de um Estado bem gerido, suas leis, sua hierarquia e suas forças armadas. Júpiter é filho de Saturno e Réia, sendo também o maior planeta o nosso Sistema Solar.





Saturno, representado pelos anéis
e luas. Foto: Elvis Lima.
Saturno é o sexto planeta do Sol, é um dos planetas chamados exteriores que possuem como característica serem gelados, Saturno possui a forma de uma bola volumosa composta de hidrogênio e hélio e núcleo rochoso, com uma espessura de cerca de 1 quilômetro, é um planeta conhecido desde os tempos pré-históricos e apreciado pelos observadores pelos magníficos anéis que possui, seu volume é 755 vezes maior que o da Terra, seu comprimento de dia é de 0.444 dias de Terra e sua temperatura efetiva é de -178°C. 


Galileo Galilei foi o primeiro a observar Saturno com um telescópio em 1610, e dessa observação não poderia determinar o que os anéis eram e incorretamente adivinhou que havia duas grandes luas de ambos os lados de Saturno. Anos mais tarde quando observava novamente Saturno pode perceber que as luas haviam desaparecido, o que sabemos agora que o que Galileo observara foram os anéis de lado que eram invisíveis, o que pode concluir em sua próxima observação dois anos mais tarde quando percebeu novamente a presença do que ele chamara de “luas”, o que pode concluir que eram “braços” de algum tipo. Em 1659, um astrônomo holandês Christiaan Huygens pode resolver o mistério de Saturno, devido a óptica do telescópio melhor, ele deduziu corretamente que os "braços" eram na verdade um sistema de anéis, Huygens também descobriu a lua de Saturno, Titã. Alguns anos após as descobertas de Huygens, um astrônomo italiano-francês de nome Jean-Dominique Cassini descobriu quatro outras grandes luas de Saturno: Iapetus, Rhea, Tethys e Dione. Os anéis de Saturno são a característica mais marcante do planeta. Ao mesmo tempo, os astrônomos acreditavam que os anéis eram uniformes, mas agora sabemos que não é o caso. O sistema de anel de Saturno estende centenas de milhares de quilômetros do planeta, durante o século 19, JE Keeler mostrou que o sistema de anel não é uma folha uniforme, mas na verdade composta de pequenas partículas, os anéis de Saturno são compostos por um conjunto de partículas que variam em tamanho de um grão de areia para um carro, são de partículas de gelo e rocha. Os anéis estão divididos em sete divisões principais do anel e possuem estrutura. Saturno possui 53 luas definitivas e mais 9 luas provisórias, algumas delas são bem conhecidas como a Titan sendo a segunda maior lua do Sistema Solar, metade da Titan é composta de gelo de água e metade é composto de material rochoso.


Filho de Gaia e Urano, Saturno (Cronos, para os gregos), é o titã que destrona e castra seu pai, reinando absoluto como senhor do Universo, antes de ser destronado por seu filho, Júpiter. Cruel, sagaz e tirano, Saturno reinou cerceado pelo medo, sabendo que fora amaldiçoado por teu pai e que também seria traído por um de seus filhos. Para evitar tal destino, passa a devorar todos seus filhos, embora em vão: a maldição de Urano acaba por se cumprir e Júpiter acaba por se tornar o rei dos deuses, salvando seus irmãos, os demais Olimpianos, do estômago do maligno deus do tempo. 




Representação de Urano e suas luas. Foto: Elvis Lima.
Urano, o sétimo planeta do Sistema Solar, foi descoberto em 1781 pelo astrônomo William Herschel, foi o primeiro planeta achado com a ajuda de um telescópio. O planeta foi nomeado de Urano, o deus grego do céu. Urano leva 84 anos de Terra para completar uma órbita, ou seja uma volta completa ao redor do Sol, e é um dos dois gigantes de gelo do Sistema Solar (o outro é o Netuno). A atmosfera de Urano é composta principalmente Hidrogênio e Hélio, com uma quantia pequena de metano e rastros de água e amônio. Urano obtém sua cor azul-verde de gás de metano na atmosfera. O tamanho (80 por cento ou mais) da massa de Urano é contido em um núcleo líquido estendido que consiste principalmente em materiais frios (água, metano, e amônia). 


Assim como o Planeta Vênus, o Urano gira leste a oeste. Outra peculiaridade deste planeta é o seu eixo de rotação, que é inclinado quase na horizontal. 

Urano tem dois jogos de anéis. O sistema interno de nove anéis, descoberto em 1977, consiste principalmente em anéis estreitos, escuros. Um sistema exterior de dois anéis mais distantes foi descoberto pelo Telescópio Hubble em 2003 além de inúmeras luas mais. As imagens mostram que os anéis exteriores são coloridos e muito brilhantes. 

Urano tem 27 luas conhecidas, nomeadas em homenagem aos trabalhos de William Shakespeare ou Alexander Pope. Entre 1787 a 1851 foram descobertas quatro luas de Urano nomeadas: Titania, Oberon, Ariel, e Umbriel. Em 1948, outra lua, Miranda, é descoberta. Todos as luas internas de Urano (esses observados pela Sonda Voyager 2) parecem ser asperamente compostas por meio gelo e pedra. AS LUAS DE URANO : Algumas das luas do planeta Urano possuem os nomes dos personagens dos livros mais conhecidos de William Shakespeare. Vejamos:
William Shakespeare 
· Livro “A Megera Domada”: Bianca. 
· Livro “O Mercador de Veneza”: Portia e Stephano. 
· Livro “Sonho de Uma Noite de Verão”: Puck, Titania e Oberon. 
· Livro “A Tempestade”: Ferdinand, Prospero, Trinculo, Caliban, Ariel, Francisco e Miranda. 
· Livro “Conto de Inverno”: Perdita.





A vontade de gerar vida faz com que a poderosa Gaia crie à sua imagem o Céu – ou Urano, em grego.

Ilustração de Urano
Urano é tão grande e tão forte quanto Gaia, sendo também seu oposto, pois o nascimento de Urano cria o princípio do masculino, que complementa a feminilidade da fértil Gaia. Ao se dar a ligação entre o macho e a fêmea, algo novo acontece: são gerados os doze terríveis titãs (Oceano, Céos, Crios, Hipérion, Jápeto, Cronos, Teia, Reia, Têmis, Mnemosine, Febe e Tétis), os ciclopes e três Hecatônquiros, gigantes com cem braços e cinquenta cabeças cada um. Embora Gaia estivesse cansada de segurar tanto filho dentro da barriga, Urano não pretendia sair de cima de sua esposa, pois sua essência masculina manda que não faça nada senão fecundá-la. Urano também sabia que, caso permitisse que seus filhos saíssem do ventre da mãe para povoá-la, tão logo viessem à luz, tentariam destroná-lo. Contudo, o inevitável acontece: Saturno, um de seus filhos titãs, ajudando por Gaia, consegue castrar o pai com uma foice de ferro, fazendo Urano ir se instalar na abóbada celeste, em cima do mundo, para nunca mais voltar ao solo.





Representação de Netuno e suas luas. Foto: Elvis Lima.
Netuno é um planeta exterior e dista aproximadamente 4, 498, 396, 441 km do sol. É composto por núcleo rochoso, com predominância dos gases hélio e hidrogênio. Ele leva aproximadamente 165 anos da Terra para completar sua órbita em volta do Sol e é em 2011 que ele completará sua primeira órbita após ter sido descoberto. 

Netuno foi o primeiro planeta a ser encontrado através de cálculos matemáticos e não por observações diárias ao céu. Foi descoberto em 1846 por Johann Gottfried Galle e sua maior lua Triton, foi descoberta 17 dias após sua descoberta. Essa descoberta se deu porque Urano não se movimentou da forma que os astrônomos esperavam, e foi proposto por Urbain Joseph Le Verrier que poderia existir outro planeta ainda desconhecido. Como foi ignorado pelos astrônomos franceses ele enviou sua ideia para Galle no observatório de Berlim. Galle descobriu Netuno em sua primeira noite de observações. Ele é invisível a olho nu porque é muito distante da órbita da Terra. Curiosamente sua órbita coincide com a órbita do planeta anão Plutão, por 20 anos entre cada 248 anos terrestres. Eles não se colidem porque enquanto Netuno faz três voltas em torno do Sol, Plutão faz duas, assim essa diferença não permite a aproximação dos dois. A cor azul de Netuno é originada do metano na atmosfera.

O planeta gelado possui seis anéis conhecidos até hoje. Esses anéis não são uniformes, mas tem quatro regiões de espessura (aglomerados de poeira). Além desses anéis Netuno tem 13 luas registradas. Dessas, seis foram encontradas pela Voyager 2. Triton, que é a maior lua de Netuno, é extremamente frio. Sua temperatura é aproximadamente -235°C. Como Netuno tem o nome do deus do mar, suas luas têm nomes de deuses do mar menor e das ninfas da mitologia grega. Algumas de suas luas são: Triton, Geried e Proteus. Os anéis de Netuno foram vistos pela primeira vez em 1980, e depois foram confirmados pela Voyager 2.
Netuno
Urano também é azul, porém Netuno possui cor mais intensa, que pode ser causada por um componente desconhecido na atmosfera. Como Netuno foi descoberto primeiramente por Le Verrier, Galles queria que o nome do planeta fosse “Le Verrier”, mas como não foi aceito pela comunidade astronômica internacional, foi dado a ele o nome do deus romano do mar: Netuno.






Durante muito tempo nos foi ensinado que o Sistema Solar era formado por nove planetas e o Sol, contudo, em 2006 recebemos a noticia que Plutão foi reclassificado para planeta anão, então nos deparamos com uma questão – O que é um planeta anão? 
Planetas anões são planetas que não possuem orbita gravitacional e estão na orbita de outros planetas maiores. 

Dentro do sistema solar encontramos diversos asteróides com massa de 1 km de diâmetro como é o caso de Apolo e trojens. Já o asteróide Ida tem 60 km de diâmetro e possui uma lua chamada Dactil,e Eros com 32 km de diâmetro e distante do nosso Planeta 22 bilhões de km, contudo não são planetas anões. 

O primeiro Planeta anão do sistema solar é Ceres que esta dentro do Cinturão Principal de asteróides entre Marte e Júpiter, uma grande quantidade de asteróides que orbitam em torno de um eixo. Ceres possui 950 km de diâmetro e não possui lua. 

O segundo planeta anão é Eris, que foi o ultimo a ser descoberto no ano de 2005, maior que Plutão e junto a ele dentro do Cinturão de Kuiper. Eris possui uma lua chamada Disnomia.

O ultimo dos planetas anões é Plutão descoberto em 1930 sendo reclassificado em 2006. Plutão possui três luas sendo elas: Nix, Hidra e Caronte. Dados curiosos sobre a lua Caronte: descoberta em 1978 por astrônomos americanos possui quase a metade do tamanho de Plutão e tem a mesma rotação do planeta anão, ficando sempre na mesma posição sempre. Caronte possui uma coloração acinzentada, já Plutão tem coloração avermelhada indicando que possuem composição e estruturas diferentes, esses dados foram observados pelo telescópio Hubble que também descobriu as outra luas Nix e Hidra em 2005. 

Plutão tem núcleo rochoso que é cercado de gelo, um gelo formado por metano e nitrogenio, tem densidade baixa, e é quase 20 vezes maior que Ceres. Sua temperatura é de -233 graus. Fica a uma distancia de 5,906,440,628 km do sol.


CINTURÃO DE KUIPER E NUVEM DE OORT




Posterior a órbita de Netuno, o último planeta conhecido do Sistema Solar, há o cinturão de Kuiper que é formado por milhares de cometas e corpos de tamanhos elevados considerados as sobras do momento que se deu a formação do nosso Sistema Solar ( 4,6 bilhões de anos). Este cinturão é uma junção de corpos frios que se encontra nas extremidades do sistema solar e está a uma distância gigantesca do Sol (cerca de 5.906.440.628 km) . Neste Cinturão há presença de objetos como Éris, um dos planetas anão reconhecido pelos cientistas. 


Retirado do site do Observatório Astronômico da UFMG





A nuvem de Oort é uma grande concentração de cometas que se acredita existirem no limite do sistema solar, a uma distância aproximada de 100.000 UA (UA significa unidade astronômica e corresponde a 149.598.000 Km ou a distância média entre a Terra e o Sol). Estatisticamente calcula-se que existam entre um e cem bilhões de cometas. Sua existência foi inicialmente postulada, em 1932, pelo astrônomo, nascido na Estônia, chamado Ernst Öpik, que propôs que os cometas irregulares provinham de uma extensa nuvem de material nas fronteiras do Sistema Solar. A nuvem de Oort proporciona uma fonte contínua de material cometário que substitui os cometas destruídos. 


Jan Oort
As teorias mais aceitas sobre a formação do Sistema Solar consideram que os cometas se formaram muito mais proximamente ao Sol como parte do mesmo processo que formou os planetas e os asteroides. Os cometas na nuvem de Oort seriam ejetados, nesta etapa primitiva, dada a proximidade com planetas gigantes em formação, especialmente o jovem Júpiter. Tal proximidade expulsou gravitacionalmente estes corpos em órbitas extremadamente elípticas e de grande inclinação explicando, portanto, a distribuição esférica dos cometas. Com o passar do tempo, a interação gravitacional dos cometas e das estrelas longínquas contribuiu para circularizar suas órbitas. A partir desta teoria, estima-se que a massa total dos cometas na nuvem de Oort pôde ter sido, em sua origem, 40 vezes a massa da Terra. 
Os objetos da nuvem de Oort são tão longínquos que, até agora, só foi descoberto um possível candidato a fazer parte dela, seu nome é 2003 VB12 (Sedna), descoberto em março de 2004 por astrônomos de Caltech e da Universidade de Yale. Sedna possui uma órbita elíptica de 76 a 850 UA, muito mais próxima do que se esperava, fato que poderia torná-lo um membro de uma nuvem interna de Oort.


Gerard Kuiper
Em 1950, o astrônomo holandês Jan Oort propôs aqueles certos cometas vêm de uma concha vasta, extremamente distante, esférica de corpos frios que cercam o sistema solar. Este enxame gigantesco de objetos é nomeado o Nuvem de Oort, ocupando espaço a uma distância entre 5,000 e 100,000 unidades astronômicas.  A extensão exterior da Nuvem de Oort é considerada a "extremidade " de nosso sistema solar onde os fins de influência físicos e gravitacionais do Sol. 

São nomeadas ambas as regiões distantes para os astrônomos que predisseram a existência deles/delas--Gerard Kuiper e Jan Oort. Objetos descobertos no Cinto de Kuiper obtêm os nomes deles/delas de mitologias diversas. Eris é nomeado para a deusa grega de discórdia e discussão. Haumea é nomeado para uma deusa havaiana de fertilidade e parto. Cometas de ambas geralmente são nomeadas regiões para a pessoa que os descobriu. 



Como construímos o Sistema Solar do Projeto GAIA

Apresentamos aqui a forma como elaboramos o material representativo do núcleo “Observatório do Sistema Solar” para que possa ser “replicado” em laboratórios de escolas do ensino básico e médio pelos professores de uma forma interdisciplinar. Por exemplo: as escalas de representação de astros (matemática e ciências), suas composições químicas (química, física e ciências), os nomes dos astros e sua ligação com a mitologia (filosofia, história, línguas) e por fim a correlação de todos os astros e o Planeta Terra e todas suas geosferas que permitem a vida o âmbito planetário (geografia e ciências).
O núcleo do Observatório do Sistema solar do projeto GAIA foi construído em uma sala de 2,80 por 6,00 metros que foi pintada de cinza chumbo. Neste espaço confeccionamos em e folhas de papel cartão preto coladas formando um retângulo de 2,00 por 1,40 metros a representação da Via Láctea. Para sua representação usamos foram utilizados tinta acrílica preta, siena, branco, azul, vermelha e amarela. 
Para uma representação do núcleo (saliência central) da Via Láctea, mais brilhante, assim como de toda sua borda espiralada (braços), foi usado cola e glitter dourado, prata e vermelho. Esta composição foi presa a uma moldura interna de madeira que posteriormente foi plastificada com papel contact. Este quadro foi preso no teto do núcleo do Observatório e a representação do Sistema solar ocupa a porção periférica de um dos braços da galáxia. Para a representação do sistema solar em si, usamos um eixo metálico, vazado, de 2,36 metros de altura, preso ao chão e teto por uma base de isopor colada em pedaço de compensado que pode ser fixado ao teto. A base inferior foi fixada com cola. 
As bases de isopor foram utilizadas para que o eixo central possa rotacionar. A posição que eixo do sistema dólar foi estratégica e proposital próxima ao um ponto de eletricidade (uma boquilha) no qual a lâmpada e boquilha foram retiradas e substituídas por um conector de cerâmica que plugou uma extensão com um interruptor de abajur e uma boquilha de cerâmica. A extensão foi passada por dentro do eixo principal para iluminação do sol utilizando uma lâmpada de X watts de potencia. que está posicionada a 70 cm do chão. 









O Sol foi confeccionado em uma bola de isopor de 50 cm de diâmetro, oca, que foi pintada em tinta para tecido amarelo ouro depois adicionado cola para aplicação de gliter dourado e vermelho além de cola em alto relevo dourada. As manchas vermelhas foram adicionadas para ilustrar as manchas solares (indicadores de energia liberadas). A bola foi partida verticalmente com o intuito de proporcionar maior facilidade para sua retirada para retoques artísticos e seus pólos foram perfurados para o encaixe no eixo metálico principal.








Uma vez estabelecida a altura do Sol, a aproximadamente 1 metro a partir do chão foi que baseada na melhor visualização pelos observadores, o eixo central foi perfurado para encaixe das hastes dos planetas do Sistema Solar. As perfurações foram feitas em diagonal, sendo que os furos possuem uma distância média de 12 cm entre si verticalmente e o afastamento horizontal em média de 2 cm entre os furos. As hastes são metálicas, como grandes parafusos, e seus comprimentos dependem da distancia dos planetas em relação ao sol. Portanto, a maior haste é a de Netuno com comprimento de 1 metro e a menor haste a de Mercúrio, com comprimento de 28 cm. As hastes encaixam-se no eixo e os planetas são sustentados por fios de nylon na ponta oposta das hastes, com exceção de Mercúrio, que é sustentado por um palito por causa de seu pequeno peso. 

Todos os planetas interiores (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) foram confeccionados com bolas de isopor maciças e os planetas exteriores (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) foram confeccionados em bolas de isopor ocas, de tamanhos variados. Buscou-se uma melhor aproximação em escala com as suas verdadeiras dimensões. Mercúrio (3 cm de diâmetro) foi representado pela cor laranja, siena e branco. Vênus (4 cm) foi representada pela cor laranja. Terra (5 cm ) foi pintada de azul, verde e branco e Marte (4 cm ) foi pintado de vermelho. As bolas de isopor de Vênus e Terra possuem o mesmo tamanho dada a similaridade de suas verdadeiras dimensões. 

Júpiter (22 cm ) foi representada pelas cores azul, laranja, prata além de ter, em seu hemisfério inferior uma mancha elíptica nas cores vermelho e laranja que identificam a “tempestade eterna”. Saturno (18 cm ) foi representado pelas cores do arco-íris porem, em tons pastéis com predominância do amarelo. Os anéis de saturno foram representados por um circulo de E.V.A. de aproximadamente 30 cm de diâmetro, fino, sustentado por tiras de papelão e pintado de cinza metálico. Este disco foi colado entre as duas metades da bola de isopor.
Para a coloração azul representativa de Urano (8 cm) foi colado na superfície da bola de isopor um papel azul metálico reciclado de embalagem de ovo de páscoa. Netuno (10 cm) foi pintado com tinta azul escuro e branca. A tinta branca foi usada para representar uma grande tempestade de curta duração que ocorrera quando da passagem de sondas como afirma a NASA. Todas as luas conhecidas nos planetas do Sistema Solar foram representadas por alfinetes de cabeça colorida que foram espetados às superfícies dos planetas.


O que precisamos para a construção do Sistema Solar:Furadeira e brocas para metal; Chave de fenda Philips e reta; Alicate (emborrachado de preferência); Estilete; Serrilha Material: Um ferro de cortina dque precisa ter a altura do ambiente onde será instalado o sistema, oco para que possa ter fios passando por dentro; Fio elétrico antichamas ; Conector elétrico de cerâmica; Boquilha de cerâmica; Fita isolante; Parafuso de metro; Náilon; Palito de churrasco; Brocal dourado, prateado e vermelho; Colar de Isopor; Isopor 0,12 m; Interruptor ( de abajur); Percevejos coloridos para representação das luas dos planetas; Bolas de isopor para representação dos planetas e do Sol (50 cm); Mercurio (3 cm); Venus (5 cm); Terra (5 cm); Marte (4 cm); Júpiter (22 cm); Saturno (18 cm); Urano (8 cm) e Netuno (10 cm). Cores de tintas utilizadas:- Tinta para tecido –Verde oliva; Amarelo ouro; Sépia; Marron; Vermelho; Rosa; Cinza lunar; Azul marinho; Branco; Clareador; Laranja; Panos e solvente; Pincéis variados para pinturas dos planetas 




Sistema Solar do Projeto GAIA. Foto: Danielle Piuzana

















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